terça-feira, 3 de abril de 2007

Socorro bem presente na aflição


Em outubro de 2004, tive que me submeter a uma cirugia para implantar umcatéter no abdômem para que eu pudesse fazer dialise peritonial devido aperda da função renal.
Meu plano de saúde estava na carência da pré-existência e tive que ser internado e operado pelo SUS. Através doserviço de hemodiálise da Santa Casa, fiz a cirurgia, que me pareceu tersido realizada pela equipe do Jack estripador, pois me abriram sem que aanestesia tivesse pego totalmente. Eu não sabia ainda, mas fora contaminado naqueleaçougue, quero dizer, naquele ato cirúrgico. Após cerca de 20 dias, a Vivian realizando as trocas de soro de 4 em 4 horas com todas as precauções recomendafas, em casa, comecei sentir dores no peritônio.
Levado ao hospital novamente fui internado na ala de isolamento em um quarto especial, devido a generosa e providencial interferência fo DrPaulo Renato, um daqueles anjos de carne que falei antes. Alí ,mais umavez, experimentei a tenebrosa sensação de caminhar pelo vale da sombrada morte. Mesmo cercado de toso amor de minha esposa e da dedicação daequipe de enfermagem, contristado pela dôr absurda da infecção hospitalar, me senti absolutamente só. Um local em que o filho chora e amãe não vê.
Num desespero unominável, uma solidão estúpida. Naquele momento em que nos falta a coragem e que a força é pó, que as lágrimas secam antes derolar pela face. Alí havia muita dôr e aflição, mas foi também a oportunidade de mais uma vez, descobrir a força do amor de minha esposaVivian. Nós estávamos abraçados, encolhidos pelo sofrimento e clamávamos ao Senhor da nossa fé, parecia que nossos clamores não transpunham oteto daquele quarto, quando eu, vencido pelo cansaço e pela exaustão da luta, adormeci nos braços de minha esposa. Ela tomou a decisão desuspender as infusões do sôro que me causava as fortes dores e procurou os médicos da hemodiálise para pedir que retirassem o catétercontaminado imediatamente. Ouviu ainda de um Doutorzinho, que aquilo era apenas um adiamento ao inevitável. Ela então rejeitou aquelas palavras malditas e exigiu da chefia que tomassem providências urgentes. Deus honrou a atitude dela, pondo sua fé em ação e mobilizou a equipe de médicos que resolveram retirar o equipamento do meu abdômem naquela mesma tarde.Foi o mesmo que tirar a dor com a mão. A dôr e a febrediminuíram, as convulsões pararam e os antibióticos começaram fazer efeito. Deus ouviu o nosso clamor e nos socorreu mais uma vez; Foram, mais 16 dias naquele lugar, mas pela misericórdia de Deus, saímos vitoriosos. Deste episódio, ficou uma seqüela, não conseguia me manterem pé e muito menos andar, mas esta é uma outra história.
Nesta época pude entender porque o Senhor havia preparado aquela linda jovem para ser minha companheira para o resto da minha vida. Quem conhece o temperamento dela vai entender melhor o que quero dizer. Este testemunho ,estou registrando neste espaço, para aqueles céticos,descrentes, possam reconhecer o amor incomensurável de Deus pelas nossas vidas. de Pai pelas nossas vidas, sua providência oportuna e seu carinho estremado.
Deus é o socorro bem presente na hora da aflição!!!! Gerson Palazzo

2 comentários:

eliana disse...

...33..coincidências..não...providência divina....

"SALMO 33"

Procurei o Senhor e êle me atendeu,
Livrou-me de todos os temores.(vers.5)
O anjo do Senhor acampa
Em redor dos que o temem, e os salva.(vers.8)
Provai e vêde como o Senhor é bom.
Feliz o homem que se refugia junto dêle.(vers.9)

..Coincidências não existem para quem crê..são Providências Divinas...

Sandra disse...

Gerson, meu nome é Sandra e morei e agora moro novamente em Santos.
Frequentei a I.P.Santos com voces, estudei com o David e fiquei muito na sua casa.
Meu irmão tambem fez transplante de rim, mas foi agora em janeiro.
Gostaria muito de te rever e conhecer a sua esposa.
meu e-mail: sandracmello2005@hotmail.com

Deus os abençoe